“Melhor momento da minha carreira”, diz Diego Ribas aos 36 anos

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"Melhor momento da minha carreira", diz Diego Ribas aos 36 anos
"Melhor momento da minha carreira", diz Diego Ribas aos 36 anos
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Diego Ribas segurando troféu do Brasileirão 2020 – Foto: Divulgação

SPORTV: Diego Ribas foi o convidado do programa “Bem, Amigos!” desta segunda-feira, no SporTV. Campeão brasileiro com o Flamengo na última quinta-feira, o meia completou 36 anos no último domingo e comentou o momento vivido no Rubro-Negro.

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Titular e capitão depois de um período de instabilidade, o meia não escondeu a satisfação pela fase em que atravessa dentro e fora dos gramados.

– Eu disse para pessoas mais próximas. É o melhor momento que eu vivo da minha vida profissional e pessoal também. Estou com dois filhos maravilhosos e minha esposa está grávida de uma princesinha, que era o meu sonho também. Campeão brasileiro, quase 20 anos depois daquele título brasileiro com Santos. Eu era um meia e chego nesse momento me reinventando porque faço parte de um grupo extremamente qualificado. Na minha opinião, temos o melhor grupo não só do Brasil, mas da América Latina. Isso não garante vitória, não garante se um time será forte. Será forte se trabalharmos bem, com humildade. E conseguir um espaço dentro desse time, em uma posição diferente, com jogadores de altíssimo nível, eu fico super feliz. E esse desafio foi motivador. E ajudar o Flamengo a conquistar esse título, dessa forma, foi muito especial.

Diego Ribas também revelou alguns bastidores do Flamengo de antes e depois do título do Campeonato Brasileiro.

– Vou compartilhar com vocês uma conversa de bastidor. Eu falei com o Rogério (Ceni): parabéns pelo seu trabalho. Porque quando precisou ter coragem, você teve. Um momento delicado da temporada, em que precisou de uma decisão drástica, ele tomou. Ele fez mudanças táticas e de jogadores. Nós temos um elenco qualificado, mas também é uma dor de cabeça saudável para o treinador.

– Eu fiz aquele jogo contra o Ceará e foi um jogo muito importante na temporada. E aquele jogo eu entrei, fui bem jogo. O próximo seria contra o Goiás. O Gerson estava suspenso e ele me colocou para jogar. E nosso time jogou muito bem, eu fui muito bem nesse jogo. E ele me deu um abraço e falou: “jogou muito bem. Mas e agora? O que eu faço?”. Vou ter que tomar uma decisão. E nesse momento ele sabia que tinha que fazer algo e fez. E eu acredito que deu muito certo. E eu agradeço a ele pela confiança.

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